Contato / Personagens
Contrate: (31)9996-6588 / 3494-7490 - Email: glaydson@acesso.com.br / glaydsondepaula@hotmail.com
EM CONSTRUÇÃO..
O Bilarmino vivia feliz lá no Careço com sua mulher Saronda na sua glebinha de terra, era o raizeiro da região. O povo tinha gripe, fedre , comichão, pereba, piolho, dor de tudo, ia logo procurando O Bilarmino que com seus 45 anos já sabia que quando a garrafada não cura então é mal olhado, dá lhe bezendura, o sr. Bilarmino era bom pra tudo até para caimento de bilau dava jeito.
O fato é que Bilarmino e Saronda proziavam bastante, mas Saronda nunca teve um filho, Bilarmino que não queria ser chamado de “ isterico” dizia para todos que a mulher tinha problema pra criar e que estava fazendo um trabalho de benzedura e garrafada para ver se conseguia fazer Saronda deixar de ser
“isterica”. Bom ai que aconteceu um problema a Saronda já com seus 42 anos entrou no Climatério a tal da “Mane pausa”, Saronda então se sentia muito sensível, com o corpo mais quente e vivia cobrando do Bilarmino mais “prosa” foi ai que Bilarmino percebeu que não estava dando conta do recado que estava acometido daquela doença “O CAIMENTO” tratou de fazer um garrafada para ele mesmo. E tomou bastante, mas nada de resolver, então partiu para a benzedura, simpatias, patuás, promessas e nada de acabar com o Caimento.
O desespero bateu a sua porta, Bilarmino resolveu de súbito dar fim na sua vida, lembrou que nos antigos tempos seu avô havia dito que uma tal erva da mata era venenosa e que matava só de chegar perto. “ eeee se num posso levanta meu bilau intão que eu me deite pra sempre, pois qui homi qui mum funciona, num é homi”. Pensou Bilarmino e se despediu de Saronda e de seus vizinhos com pretexto que iria pescar. No caminho Bilarmino ainda tentou alguns patuás amarados a ferramenta, mas nada chegando perto da erva, arrancou um toceira fez último pedido deu o ultimo suspiro e mandou vê … só que, o que … um MILAGRE, a tal erva não matou Bilarmino, acabou foi ressuscitando o bilau…Por Glaydson de Paula – Ator e Autor
Diorge de Creuza
O Diorge, e um senhor com seus 40 anos, que ainda não deixou de ser menino, é simples, amigo de todos, de uma pureza daquela la do interior de Minas, onde quase não se usa dinheiro se “barganha” .Homem bom assim já não se faz mais, é apaixonado por sua esposa que ficou conhecendo em uma situação pouco comum. Bom mas o fato e Diorge teve um primeiro filho, o qual batizou com nome de Juracy, mas ele so não imaginava que o filho com o passar do tempo ficasse diferençado* virasse “Artista”. Ai tinha que justificar para os amigos que o fato do rapaz ficar diferençado* era porque tinha nascido de Parteira*…* Sua esposa Creuza estava grávida, quase na hora do parto, e Diorge queria garantir que o menino não nascesse de Parteira com medo do outro filho também ficar diferençado* então arrumou o endereço de uma Maternidade na Capital e recomendou “ O CREUZA SI OCË PASSA MA PRA TE MININU, TAQUI O INDEREÇO DA “ MASTERNIDADE” NA CAPITAR”. Creuza estava com desejo de comer MARIA MOLE e Diorge de pronto foi comprar la na venda do seu Mané. Ai é começa a confusão. Augustinha mulher da vida estava no bar quando Diorge muito educado a cumprimentou e deu um conselho “ O GUSTINHA OCË NUM PODE FICA BULINANDO COM OS HOMI NÃO SINÃOSEPODE PEGA MICROBI…”. La do outro lado da rua passava Ela a “ candongueira” DONA FIINHA. Ai adivinha, correu e contou para Creuza que Diorge estaria bulinando com a “tarzinha” aumentou o bastante para fazer com que Creuza acreditasse e fugisse para a capital com endereço da maternidade dizendo “ NUM QUERRO VER DIORGE NEM PINTADOURO NA MINHA FRENTE” .
E AGORA O DIORGE PROCURA A CREUZA, OCË VIU
Por Glaydson de Paula - Ator e Autor
glaydsondepaula@hotmail.com







Entries (RSS)